TERESA SILVA

RESIDÊNCIA
AH! – A PRÁTICA ARTÍSTICA ENQUANTO FERRAMENTA DE TRANSFORMAÇÃO

23 de março – 2 de abril

 

Ah! – a prática artística enquanto ferramenta de transformação é um projeto de Teresa Silva que transforma o estúdio num lugar de introspeção e de encontro com o público. Em sessões individuais, cada pessoa participante é convidada a escutar e a tomar consciência do que a afeta no momento presente. A partir daí, Teresa cria a dramaturgia do encontro, propondo e guiando práticas somáticas, exercícios sensoriais e ações simbólicas, assentes na sua experiência no campo das artes performativas, que visam gerar estados de atenção, autoconhecimento e transformação.
Para orientar estas sessões, a artista apoia-se na sua investigação com Sara Anjo em torno do corpo oracular, no estudo da Terapia de Artes Expressivas, Trauma e Embodiment (Master em curso de EC-EXATT®), bem como no trabalho de artistas como Anna Halprin, Lygia Clark, Alejandro Jodorowsky e Valentina Desideri, que fizeram e fazem da sua prática artística lugares de afecto, ritual e cura.

 

As sessões têm a duração aproximada de 50 minutos e decorrem entre as 11h15 e as 18h, de 23 a 26 de março e de 30 de março a 2 de abril, na Casa da Dança.

Uma proposta de e com Teresa Silva
Acesso: gratuito mediante inscrição
Local: Casa da Dança – Ponto de Encontro, Cacilhas, Almada
Público-alvo: Pessoas com mais de 18 anos, com ou sem experiência artística, de todos os géneros, nacionalidades e profissões/ocupações. É importante ter curiosidade e interesse na proposta.

Inscrições: através do preenchimento do formulário disponível aqui.
Mais informações:
info.projeto.ah@gmail.com


Um projeto de e com Teresa Silva
Colaboração artística Catarina Vieira e Luís Guerra
Gestão administrativa Vítor Alves Brotas 
Produção executiva Teresa Silva
Produção agência 25
Apoio à criação Casa da Dança, OPART, E.P.E./Estúdios Victor Córdon e O Rumo do Fumo
Apoio Fundação Calouste Gulbenkian
Fotografias Vitorino Coragem | EVC 2024

Teresa Silva dedica-se à interpretação, criação e investigação em dança há quase duas décadas. A sua abordagem transdisciplinar do movimento desdobra-se em múltiplas colaborações, formatos de apresentação e dispositivos de encontro. Interpretou cerca de 20 obras e realizou 15 criações, destacando as colaborações com Vera Mantero, Loïc Touzé, Filipe Pereira, Sara Anjo e David Marques. Recentemente, criou Por Motivo de Força Maior, Fazer falar o fazer — dispositivos para criar discurso sobre práticas artísticas e Ah! — a prática artística enquanto ferramenta de transformação.