MÁRIO AFONSO

RESIDÊNCIA
ERMO, a título provisório
19 jan – 6 fev 2026

Ermo, a título provisório, dá continuidade ao tema O desaparecimento do corpo. Explorando o impacto da tecnologia nas sociedades contemporâneas e procura, agora, a reinvenção da presença fora da lógica da produtividade.

Trata-se de um trabalho processual de caráter experimental, para afirmação de um discurso que promova a eterna e humana reflexão sobre a poesia do encontro.

Foto: Eduardo Hall


Concepção e direcção Mário Afonso
Interpretação a definir
Acompanhamento artístico Manuela Marques
Olhar externo Miguel Pereira
Desenho de luz Luís Moreira
Sonoplastia João Bento
Registo e edição audiovisual Raquel Melgue
Fotografia Joana Linda
Designer Ana Teresa Ascensão
Assessoria de imprensa e redes sociais Patricia Cuan
Produção executiva Mariana Dias
Gestão de projecto Hannya Melo
Produção Carta Branca
Co-Produção TBA-Teatro do Bairro Alto
Apoios APCC – Associação para a Promoção Cultural da Criança, Balleteatro, Casa da Dança, cem – Centro em Movimento, EVC – Estúdios Victor Córdon, corpo de hoje – Associação Cultural, Lugar do Meio, O Rumo do Fumo, Serralves – o museu enquanto performance
Agradecimentos Ana Pais, Anabela Mendes, Boia Associação Cultural, Cidália Sousa, Cláudia Oliveira, Dinis Dórdio, Sérgio Marques, Sofia Campos, Sofia Neuparth, Vera Santos


Mário Afonso desenvolve trabalho autoral cuja abordagem multidisciplinar resulta num conjunto de obras de carácter performativo, coreográfico e instalativo, dos quais destaca Magmatic (performance-instalação, 1999); Representações (2005); Framework (2022) e vaziopleno (2023).

Colaborou com João Fiadeiro, Miguel Pereira, Sofia Dias & Victor Roriz, Elisa Pône, Cão Solteiro e Vasco Araújo e Vera Mantero, entre outros.

Concebeu, em 2016, o acervo Prata da Casa, acervo de vídeos documentais para a dança, disponível em www.pratadacasa.pt