29 FEV 2020, 21h30

  • ACADEMIA ALMADENSE

TROLARÓ

CARTA BRANCA: ANA RITA TEODORO e JOÃO DOS SANTOS MARTINS

De e com Ana Rita Teodoro e João dos Santos Martins

Luz Filipe Pereira

Guarda-roupa Hibu

Produção Claraluz Keiser / Parasita

Apoio Estúdios Victor Córdon e O Rumo do Fumo

Classificação etária: M/6

Duração: 45 min.

No Auditório Osvaldo Azinheira da Academia Almadense.

Entrada gratuita, limitada à lotação da sala. As senhas de acesso são distribuídas no local a partir das 20h30, máximo duas por pessoa.

A Casa da Dança convida um artista a quem dá Carta Branca para apresentar um programa da sua escolha em Almada. O primeiro desafio foi recebido por João dos Santos Martins, um criador português cujo percurso multifacetado conta com um prémio da Sociedade Portuguesa de Autores em 2016 pela coreografia “Projecto Continuado”. É acompanhado por Ana Rita Teodoro, para juntos partilharem um momento totalmente inédito.

Ana Rita Teodoro e João dos Santos Martins conheceram-se no Verão de 2013, em França, em Montpellier, num encontro de escolas aquando estudavam pliês. Ela em Angers, ele em Montpellier. Não falaram muito mas dois anos depois, João convidaria Ana para dançar numa das suas peças. A partir daí estabeleceram uma relação artística continuada que resultou em várias colaborações, seja em trabalhos individuais de cada, seja na organização de mostras de dança, seja na fundação de uma associação conjunta ou em publicações. Agora vão ao trolaró.

Ana Rita Teodoro (Barreiro, 1982) é coreógrafa e bailarina. Mestra em “Dança, Criação e Performance” pelo CNDC de Angers/Paris 8 (França), desenvolveu como pesquisa a criação de uma Anatomia Delirante. Estudou práticas de anatomia experiencial no c.e.m. (Lisboa) e butô com diferentes artistas na Alemanha, França e Japão. É, desde 2017, artista associada do Centre National de la Danse (Pantin, França).

João dos Santos Martins (Santarém, Portugal, 1989) é um artista que trabalha a partir e através da dança. A sua prática distribui-se, geralmente, em múltiplas colaborações, experimentando entre formatos vários como a coreografia, a curadoria e a investigação. Em 2017 organizou o ciclo Nova—Velha Dança onde, juntamente com Ana Bigotte Vieira, desenvolveu uma Timeline para documentar colectivamente as práticas da dança em Portugal. É fundador e editor do jornal Coreia dedicado ao discurso das artes e dos artistas.